É o último aniversário do mês, certo?

Tirando a poeira só para felicitar um dos monstros mais terríveis. Parabéns aí, Groo. Mais um ano de sucesso desafiando a morte. Live the dream!


 

Utilidade pública

Comemorações hoje, no Sucatão (não reclamem, é segunda-feira). Acho que uns 2 pilas de entrada. Tem banda, Peek-a-boo, se não me engano. Me disseram que das 19h às 21h você pede uma bebida e ganha duas, mas não garanto. Estarei lá para conferir.

Apareçam.


 

O Sr. Walker e eu

É bom rever os amigos. Especialmente aqueles que vemos apenas de vez em quando, mas com quem sabemos manter uma amizade verdadeira. Por vezes, tomamos posturas injustas e nos afastamos deles. Em outras, motivos que estão além do nosso alcance impedem a confraternização.

É assim entre o Sr. Walker e eu.

Ontem, fui à inauguração de um grande complexo de cinemas em um shopping e esperava revê-lo. A última vez que havia encontrado o Sr. Walker foi em um evento similar, em outro shopping da cidade. A inauguração era coisa fina. O prefeito estava lá, o ex-governador também. Peruas de níveis variados davam o ar da graça. Canapés feitos de ingredientes irreconhecíveis abundavam. E logo que pus os pés no lugar, dei de cara com um conhecido, o sr. Chandom. Boa companhia, porém entediante após alguns momentos. O Sr. Chandom tende a ser extremamente adocicado, o que não me desce muito bem. Após este breve encontro, vi o Sr. Walker passar por mim. Da última que vez que haviamos nos encontrado, ele vestia vermelho. Ontem, estava trajado de preto, impecável. Dei adeus ao Sr. Chandom e fui cumprimentar o Sr. Walker.

O Sr. Walker é uma grande companhia. Eu o conheci há cerca de dez anos, após um desastrado episódio com o Sr. Natu Nobilis - com quem, aliás, prefiro manter relações distantes. Nas quatro vezes em que nos encontramos na noite de ontem, o Sr. Walker sempre se mostrou “cool”. Lembro de ter comentado com amigos como o Sr. Walker fica bem de preto. Poucas vezes o vi assim.

Nem todos estão à altura dele, é claro. É notável como o efeito que o Sr. Walker causa sobre as pessoas é embriagante. Uma companhia fina, porém para poucos.

Nos separamos por um breve intervalo. Por volta da meia-noite, antes de ir embora, fui me despedir do Sr. Walker. Uma grande presença, que certamente não verei tão cedo. Mas a amizade permanecerá. Até a próxima, Johnny.

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Parabéns para a Tetê, que teve seu vídeo “A Cidade Atrás das Montanhas” selecionado para um festival em Niterói. Vai dar palestra e tudo, a moça. Estou orgulhoso.


 

Your bones got a little machine

Eu nunca tinha visto um show tão bom como o do Teenage Fanclub. Daí eu vi os Pixies. E até ontem eu estava tentando descobrir qual eu tinha gostado mais. Hoje desisti.

O exercício é inútil. Puta final de semana bom.

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Mas assim: o show do Teenage eu assisti lá no gargarejo. Todas as grandes músicas da banda (todas mesmo). Tocaram metade do Grand Prix. Não dava para pedir mais. E o Norman Blake é uma figuraça.

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E eu confesso: por mais que eu goste dos Pixies (e eu gosto – uma das cinco superbandas no medidor Great de superbandas), não dava mais para ouvir o Doolittle. Grande disco, mas depois de 7 mil orelhadas, não vai mais.

Ontem, parecia que Mr.Grieves tinha acabado de sair do forno.

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Daí rolava Number 13 Baby e eu pensava: “cara, eu nunca mais vou ver os Pixies tocando isso”. Vinha Velouria, mesma coisa. Em Where’s My Mind? eu nem sabia mais o que estava acontecendo.

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“Tem um monte de gente que não conheço”. – Marcelo Dallegrave, o popular Bernaaaardo, olhando para cerca de 8 mil pessoas na Pedreira Paulo Leminski.

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Aventuras pós-show.

Depois do show do Teenage, mais uma daquelas idéias geniais: “ah, vamos para o James!”.

Cinco da matina. Claudinho, Tetê e eu congelando na frente do bar fechado, esperando um desorientado Fabio Galão. Terminou meio derrota lá na casa dos caras, mas ok.

(aliás, valeu pelo gibi, pequeno Yuge).

Eu falei em derrota?

Então tá. Que tal um pós-Pixies assistindo Superman III na casa do Leandro, mandando ver uma pizza de desenho animado, cortesia do serviço de entrega do Gato Preto?

Uhú.

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Mas foda-se, porque foi o melhor final de semana do ano. Da vida, quem sabe.

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Sabe, não dá para entender nada em Superman III. O Richard Pryor aprende a mexer em uns computadores, é contratado por vilão de quinta (que é o Napoleon Solo, o agente da U.N.C.L.E.) e logo começa a criar até Kryptonita. Uma Kryptonita meio paraguaia, é lá verdade. Tem pelo menos uma grande cena, que é o Superman em um bar, acompanhado de uma garrafa de Johnny Walker, fazendo umas super espoletagens com as castanhas.

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Nada a ver com tudo isso, mas hoje tive que pentear o cabelo com uma tesoura.


 

The World'll be Ok

Então é isso.

O tempo já está limpando e hoje é dia de roque. Beleza.

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Set list de um dos shows do Teenage Fanclub em SP:

Que beleza!

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Uma das grandes vantagens desse tipo de evento é a oportunidade de rever gente querida, como a Olívia.

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I Need Direction – Teenage Fanclub

I used to feel fine
you were to be mine
I need direction
to take me to you

I've asked the sunshine
shadowed the skyline
I need direction
to take me to you

I get brainwaves
I get visions
slow reaction
superstition

I need the ways and means to get through
I need an open heart to look to
nobody sees the same way I do
I need direction to get through

followed the ley lines
the faded out road signs
I need direction
to take me to you

I get spellbound
I get visions
slow advances
indecision

I need the ways and means to get through
I need an open heart to look to
nobody sees the same way I do
I need direction to get through

Honest I'd feel fine
if you were to be mine
I need direction to take me to you


 

Coluna Social Indie

Consta que os Pixies já estão em Curitiba. Fontes garantem que, na tarde desta quinta-feira, a banda foi fazer compras na Candyland Comics.


 

Safados!

Já que vai ser essa ladroagem desde cedo, danem-se. Informo que não tenho mais interesse nesse tal Campeonato Brasileiro. A partir de agora vou assinar uma tevê a cabo e passar a acompanhar os campeonatos europeus, em que tapetão é gramado.

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Comida oriental. Quase tudo é cru ou adocicado. Arroz só tem empapado. Basicamente, é uma cozinha que consiste em estragar a comida de todo jeito possível.

Isso faço sozinho em casa.

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Bah.


 

Informe Pixies

Confirmado.

O Curitiba Pop Festival vai mesmo para a Pedreira Paulo Leminski. Um novo lote de 5 mil ingressos começa a ser vendido na segunda-feira, na bilheteria da pedreira e no site do festival.

Quem não conseguiu ingresso que se mexa.


 

Três curtinhas

Na boa... sair do James depois do China é uma coisa que eu só tinha feito umas duas vezes, acho.

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Diz a lenda que uma Terça Sucatão (nome provisório) vai entrar em período de testes em breve. A confirmar o eldorado mítico.

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Hoje de manhã, quando saí do James, uma garota que não conheço me falou “ah, eu sempre leio o teu blog, Grota”.

Que piada.


 

Quer pagar quanto?

A corrida pelos ingressos do show dos Pixies foi fichinha. A verdadeira loucura começa agora. Tem gente arriscando a sorte. Boa sorte para o amigão.


 

Fim da novela

Ingresso dos Pixies comprado. Fim da aflição.

Cara, durou uns 10 minutos a venda pela internet. Impressionante.

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Tem coluna nova no Bonde sobre A Paixão de Cristo.


 

Tudo é Pixies

Dando continuidade à obsessão corrente, eis que descubro através da internet: tudo é Pixies.

Por isso esses ingressos esgotam assim.


 

Quer saber?

Chega uma em hora que você muda de objetivo sem perceber. Não quero mais um ingresso para os Pixies. Quero, na verdade, é acabar com essa angústia.


 

Pixies:

uma tragédia inacabada da vida real em duas partes e seis atos

118 paus? Diabos!

PARTE I

Primeiro ato. Toca o telefone:

- Alô?
- Great? Já tão vendendo.
- Ué, mas o site diz que só começa amanhã, Groo.
- Dá uma atualizada.
- Ah, ok. Beleza, vou ver.
- Veja logo, vai esgotar.
- Ok, ok.

“Por que tanto desespero?”, pensei. Claro que os ingressos poderiam se esgotar rapidamente, mas de um dia para o outro? Que é isso...

“Vou deixar para comprar na bilheteria e pagar meia”, concluí.

Cai o pano.

Segundo ato. Nova conversa com Groo, dessa vez pelo MSN.

- Já comprou?
- Ainda não.
- Já venderam uns 600 ingressos.
- Credo Groo. De onde esse número?
- Do boleto. Vai acabar.
- Tá bom, tá bom.

Entro na página do Curitiba Pop Festival. Sem maiores problemas, consigo realizar o cadastro. O site avisa: “poderá ser cobrada uma taxa por ingresso”. Taxa?

Estava lá. R$ 10,00. Tudo bem, vai. “Escolha o local da entrega”. Escolho “Curitiba”.

“Total: R$ 118,00. Confirma. Cancela”.

Cai o pano.

Terceiro ato. O que fazer?

Cerca de 15 minutos olhando para a página. “Confirma” significa pagar essa exorbitância. “Cancela” pode significar o fim.

Contatos diversos. Um pensamento: “duvidar do Groo nunca foi bom negócio”.

Pausa. Decisão tomada.

“Cancela”. Cai o pano.

Intervalo

PARTE II

Primeiro ato. É um novo dia. E um novo pensamento.

“Para os diabos. Vou comprar essa bosta logo”. Acesso o site.

“Primeiro lote de dois mil ingressos foi esgotado em quatro horas”.

Medo. Pânico. “Duvidar do Groo nunca foi bom negócio”

“A venda do segundo e último lote de ingressos para o Curitiba Pop Festival 2 inicia na próxima segunda-feira (22/3), a partir das 11 horas, pela internet e também num ponto de venda em Curitiba.”

Começam os planos. Cai o pano.

Segundo ato. Após a negação, sempre vem a raiva.

“Quer saber? Dane-se. Se não der, azar”. Pausa. Hora de pensar com calma.

Novo encontro com o Groo, via MSN.

- Comprou?
- Não.
- Tsc, tsc.
- Tenho um plano, Groo. Vou chegar cedo. Vai estar horrível, eu sei. Se não der, já tenho gente com a instrução de comprar online.
- Espere. Siga o próximo plano, padawan.

Ansiedade. Cai o pano.

Ato final. O plano é divulgado. O futuro, incerto.

O pano cairá pela última vez na próxima segunda.


 

Ruminâncias

Oh yeah. Meu pré-projeto da pós-graduação foi recusado. “Muito amplo”. Como é bom começar a semana assim.

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Rachel, Digão e Clayton. Furei com todo mundo esse final de semana. Foi mal aí, mas tem dias que não dá.

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Estou com uma saudade DOENTE da minha namorada.

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Dois seriados que não existem, mas bem que poderiam: “Massive Head Wound Harry” e “Toonces, The Driving Cat”. Obrigado, SNL.

Porra, malditos burocratas!
Pobre Toonces!

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Eu estou prevendo que algo terrível vai acontecer hoje. Ter que fazer uma matéria sobre eutrofização, ou algo do tipo. Brrrr.


 

TV Eye

Isso sempre acontece.

Toda vez que eu vou ao James tenho umas cinco ou seis idéias para um post novo. No dia seguinte esqueço tudo.

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O Bill Murray tem uma fala mais ou menos assim no Lost in Translation:

“Eu queria começar a comer coisas mais saudáveis”.

Eu também.

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Uma vaga idéia que eu tive no James ontem foi sobre insultos. Sempre que aquela bodega enche de gente estranha, eu fico xingando mentalmente. “Pateta” ou “panaca”, invariavelmente.

Meu insulto favorito é “cavalgadura”. Heh. “Cavalgadura”...

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É impressão minha ou o único desenho que o SBT passa da Liga da Justiça é aquele que o Super-Homem é obrigado a lutar em uma arena intergaláctica? Pior que só passam a primeira parte.

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Aliás, esse programa infantil do SBT, “Bom Dia e Cia” acho, que coisa hein? Um casal de crianças pulando de um jeito esquisitão e falando como se estivessem sendo controladas mentalmente...

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Falando em tevê, quase passei mal assistindo o tal do “Rafa-tá-tá”. Sério, começou a me dar um ruim. Essa Rafa deve ser o anticristo.

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Essa programação de verão da MTV é bem fajuta, na real. Aquele “Câmbio” se resume ao Léo Madeira falando “cara, isso aqui tá demais, que maravilha é o meu trabalho, olha essa praia”. No que alguém sempre responde: “Que vida boa, hein Léo Madeira? Você chama isso de trabalho?”. E ele retruca: “cara, isso aqui tá demais, que maravilha é o meu trabalho, olha essa praia”. E assim vai.

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Matias dá 101 dicas para melhorar a tevê brasileira. Assino embaixo.


 

Vrááááá!

Atenção membros seniors da C.A.P.O.T.!

É hora de tirar a poeira do baralho. Todo mundo pronto para carcar a maldita!

Manitoba

Comemorando os cinco anos de não-realização do popular programa fictício “Bebendo com Groo e Great”, convoca-se a primeira geração de capoteiros para a realização do ULTIMATE TOBAS CHAMPIONSHIP DO MILÊNIO. A realizar-se, se tudo der certo, no próximo domingo, em local ainda indefinido. Presenças de consagrados campeões do carteado e de ex-presidentes de centros acadêmicos.

Inscrições no Dia do Bastardo e Great Balls of Fire. Informações adicionais no decorrer da semana.

Indispensável a apresentação do codinome. É hora de gritar de novo: TÓ-BAS!


 

Parabéns, é um menino!

Vendas indicam ''renascimento'' do rock no Reino Unido

Primeiro foi “o rock está morto”. Depois “o rock vai virar gueto, como o jazz”. E o intragável “o futuro é o eletro”.

“Salve o rock”, “Ame o rock”, “Renascimento do rock”.

Queria saber quem inventa essas bobagens.


 

Ereto?

Hotmail. Espaço jacu de 2MB. Mensagens que chegam com dias de atraso. Agora, para espaço extra, precisa pagar.

Tudo isso eu relevo. Agora, esse banner sem vergonha já é demais.

Ora, vão pentear macaco...

Isso não veio em algum e-mail que eu recebi. Está lá no topo da página.

Freemail é mesmo o fim.


 

E se o talento for para a coisa mesmo?

Sou jornalista mesmo, não adianta negar. Eu tento, me esforço de verdade para não ser. Mas é isso aí.

De fato, não gosto da função. Mas também não tenho grandes sonhos de largar o jornalismo para fazer outra coisa. Não sei fazer outra coisa. Não tão bem, pelo menos.

Daí que todo dia você cai na miserável vida de assessor de imprensa e pensa “ah, isso aqui não é vida não”. E cogita que talvez o grande lance seja tentar a sorte em uma redação. Mas tenho a séria desconfiança que vai dar no mesmo. “Bom mesmo era o tempo em que eu era assessor”. Hum...

Há saída? Alguns dirão que o campo é amplo o suficiente para buscar abrigo no que realmente se gosta. Cinema, vá lá. Mas ainda é trabalho, não é diversão. Convém não misturar as coisas.

Agora, também não dá para ficar oito horas (pelo menos) no trampo, chegar em casa moído e não dar conta de uma ida ao James. Umas poucas horas no sofá, cama e trimmmmm – rádio-relógio, começa tudo de novo. Finais de semana acontecem rápido demais. De modo que não há solução.

Não gosto nem desgosto do meu trampo, na real. É trampo. Não foi feito para gostar.

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Mas que eu queria ter um pouco de disposição no parco tempo livre para escrever umas coisinhas, isso eu queria. Essa disposição é que faz a diferença. Não tenho. Na verdade, não tenho mais computador também.

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Eu, que não ando com saco para assistir esses blockbusters, gostei mesmo desse “O Último Samurai”. É jóia. Tem uma definição lá no fraude.org que é boa demais: “mate o seu Tom Cruise interior”.

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Cara, preciso de uma semana para comer e dormir direito. Só não fiquei doente ainda porque meu organismo não consegue decidir se o estômago ou a garganta vai dar piripaque. Enquanto rola o impasse, vou levando.

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Engraçado que quanto mais a vida adulta vai te fagocitando, mais você tenta se apegar à tua adolescência. Comecei, de novo, a ler gibi que nem louco. Ando passeando até por fórum de discussão de gibi. Acho que fiquei maluco.

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Alguém tá vendo esse “24 Horas”?. É legal, hein? Mas perdi o episódio de ontem. 1h da madruga é muita sacanagem. Vou deixar para ver o resto em dvd, que é mais jogo.

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Acabo de decretar meio período na quinta-feira. A quarta vai ser rock.


 
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